Não importa a nacionalidade, religião, partido ou ideologia, somos todos humanos provenientes de uma mesma evolução e consequentemente responsáveis por todos os nossos atos e consequências, entretanto, só somos culpados das nossas ações e dos resultados quando agimos com consciência e não aprendemos com os erros do passado.

Todo mundo erra, sem o erro uma pessoa, um grupo ou uma nação não possuem a informação necessária para poder avaliar e julgar as suas ações, rever a sua postura referente a realização e aquisição dos seus objetivos – para poder perguntar para e por que eu quero isso.
A evolução para a consciência precisa desse questionamento para que aja a transcendência do animal – sem noção para o espiritual – com noção do que faz.
Quando eu critico a política, religiões, certos grupos ideológicos e nações, sempre me refiro a essa falta de noção quanto – ação e resultado, ato e consequência.

Precisamos urgentemente de novas referências para que possamos seguir, mas iremos sempre partir do que fomos e fizemos e sempre teremos que ter uma fonte Divina de ética, moral e excelência para nos inspirar, se quisermos de fato evoluir.

Não é possível se calar a injustiça e tantos atos inconsequentes de velhos e homens que agem como crianças rebeldes, através dos quais o poder e domínio de persuasão são regidos e conduzidos no nosso planeta, tanto religiosamente quanto politicamente, mantendo o que não precisamos se o foco for de transcender o que fomos, fizemos, fazemos e mantemos no presente.

Espiritualidade não é ficar rezando e acendendo velas, fazendo jogos com as divindades para se safar das falhas de atos cometidos, colocando a espiritualidade para fora de nossas ações diárias. A espiritualidade para que seja uma realidade precisa descer para o comportamento e atitude das e ações humanas, só assim o animal poderá desenvolver a consciência necessária para transcender a si mesmo, tornar-se um ser espiritual.

A pergunta é se o ser humano já possui a consciência e sabe que é uma ameaça para si mesmo, porque não faz algo para mudar e se sabe é responsável por toda a parcela de paz e harmonia do mundo e culpado por toda guerra e destruição que pode provocar por meio de suas ações ou inações.
O animal precisa ser melhor no físico, como um búfalo que bate de cabeça no outro para firmar o seu poder.
O ser primitivo não sabe unir e integrar porque precisa competir e criar rivalidade para mostrar que é melhor. Assim, cria vários tipos de jogos de habilidade físicas, como futebol e olimpíadas, os quais deveriam ser para unir nações, mas só as separam.
Os maldosos constroem poderios militares para mostrar o seu poder pela destruição da vida.
O político mata indiretamente por desviar recursos da saúde.
O profissional causa dano por permitir que sua obra prejudique alguém
A mãe ao reprimir seu filho e o pai ao dizer que ele não serve para nada.
Os partidos competem entre si pelo poder esquecendo os valores políticos.
Os religiosos ao fazer a pessoa se sentir culpada ao dizer que ela é pecadora.

São muitíssimas as formas de ato e consequência que conduzem ao caminho inverso da evolução para uma sociedade mais justa.

Todo o ser humano que segue o princípios de desunião, gera desequilíbrio, prejudica e mata direta ou indiretamente pelos seus atos e consequência, ainda é primitivo.
O seu lado animal evoluiu para algo pior do que o seu princípio animal, porque nem o verdadeiro animal age assim. O ser humano sempre terá a maldade como sendo o seu maior inimigo e enquanto ele não souber dizer não a ela, ainda teremos que lidar com essa deformidade chamada ser humano.