Os partidos viraram uma espécie de indústria, mas os produtos os quais comercializam, a saber, que é administrar e organizar o país, deixam a desejar, principalmente por serem incapazes de conseguir ser a favor do próprio país.
Um cargo político tem por obrigação, como qualquer outra profissão, gerar resultado, resolver questões sociais dentro da brevidade possível, facilitar o processo de expansão e melhoria da qualidade de vida em todos os setores. Essas são apenas algumas das inúmeras funções dos que exercem um cargo de poder na estrutura de um país. Porém, essa grande empresa distribui os recursos conforme os seus interesses partidários e não visando estritamente os direitos da nação.
Os partidos revezam entre si como uma espécie de sistema de rodízio, o qual permite, a todos, se manterem no poder. Um partido vive exclusivamente de negociações e dos recursos gerados pela arrecadação de impostos, portanto, não tem interesse em gastar no seu povo, e para se manter no poder, não investe em recursos. Prefere ver o povo pobre, por não proporcionar salários dignos, burro por não investir na educação, doente por não fornecer hospitais e atendimentos decentes.
É claro que quanto mais debilitado, inseguro, tentando apenas sobreviver e ignorante o povo estiver, melhor para que possam exercer o seu poder. Consequentemente, no desespero, o povo recorre ao que pode lhe ajudar e na busca por uma luz, se entrega as religiões. Essas, por sua vez, vendem o seu produto que é a intermediação entre os homens e Deus, assim, o povo perdido, sai do inferno criado pelos partidos e cai no prato do Diabo.