TH – Terapia Holográfica® é uma técnica que atua no inconsciente para romper com padrões comportamentais negativos adquiridos através de experiências traumáticas que geraram baixa autoestima, desvalorização do Eu e complexo de inferioridade, que impossibilitam e condicionam o desenvolvimento positivo da expansão da consciência do indivíduo. Tais padrões, segundo Carlos Florêncio, criam no inconsciente personagens, representados por emoções, comportamentos e atitudes que foram gerados das experiências vividas. Dessa forma a pessoa passa a repetir constantemente o mesmo padrão e atrai experiências similares tornando-a prisioneira dos seus conflitos e limitada na sua atuação.

Tais padrões, segundo Carlos Florêncio criador dessa técnica pertencente a sua metodologia PHVida – Potencial Humano de Vida, impossibilitam e condicionam o desenvolvimento positivo e a expansão da consciência.

Os traumas e as experiências mal resolvidas, quando na fase infantil, deixam aprisionadas no inconsciente formas pensamentos e formas emoções. Possuem referências com características comportamentais e de atitude capazes de formar aspectos paralelos e aparte da personalidade da pessoa. Acabam por funcionar como personagens autônomos os quais aos poucos vão mesclando com a personalidade da pessoa fazendo com que aja de acordo com esse ou esses personagens involuntariamente.

Aos poucos vão exercendo domínio e lideram o indivíduo, principalmente nas situações similares as das experiências retidas no inconsciente. Torna a pessoa prisioneira ao atrair sempre as mesmas situações, afeta as relações interpessoais, criam padrões e limitam a atuação. Este método terapêutico visa tratar e eliminar essas imagens de referência negativas provenientes das experiências do passado, as quais se torna como vício para a pessoa.

Nomeado por Carlos Florêncio de Mecanismos de Autossabotagem, esses arquétipos, personagens metafóricos construídos e presos na área do inconsciente, fazem da pessoa o seu próprio inimigo na vida, impossibilitando-a de atingir os seus objetivos.

A Terapia Holográficaâ foi criada após anos de práticas pelo terapeuta Carlos Florêncio e consolidou-se como capaz de desbloquear padrões e de conseguir libertar o indivíduo por meio dos seus exercícios gravados exclusivamente para cada pessoa.

O cérebro registra e armazena todas as experiências em forma de imagens tridimensionais. Este registro imagético é o conhecimento adquirido através das experiências vividas servem de referência para novas experiências de vida. Este método visa tratar e eliminar essas imagens de referência negativas provenientes das experiências do passado, as quais se torna como vício para a pessoa.

O termo Holográfico, utilizado para nomear essa técnica, refere-se às imagens tridimensionais que são a forma como a mente armazena no cérebro o que é captado pelos olhos. A técnica foi criada após anos de práticas e possui o poder de liberta o indivíduo por meio de exercícios gravados exclusivamente para cada pessoa de acordo com o seu processo. Possui a capacidade de desbloquear o padrão de acordo com a necessidade do tratamento. Esses arquétipos, personagens metafóricos construídos e presos na área do inconsciente, fazem da pessoa o seu próprio inimigo na vida, impossibilitando-a de atingir seus objetivos. Nomeado por Carlos Florêncio de Mecanismos de Autossabotagem.

Essa terapia é amplamente utilizada para a resolução de vários tipos de situações causadores de mal-estar e confere rapidamente conhecimento por proporcionar o vivenciar holográfico do que a pessoa necessita compreender. Gera conscientização com o benefício de não necessitar de esforço para a obtenção de novos resultados e é libertador. Além disso, permite criar novas referência de atuação, possibilitando o desenvolvimento pessoal.

Carlos Florêncio criou o termo Inteligência Intuitiva para definir a sua capacidade natural de aceder aos registros do inconsciente e por meio dessa habilidade visualiza como se fosse um filme os arquétipos representativos da situação de como se encontra seu cliente no momento.

Estes arquétipos ou personagens presos no inconsciente são tratados e eliminados através da Meditação Holográfica, que é um exercício reflexivo criado cuidadosamente por Carlos Florêncio de acordo com o objetivo a ser atingido pelo cliente e que deve ser praticado durante um determinado período.

Quando uma pessoa vive uma experiência negativa ou trauma emocional como, por exemplo, uma rejeição, ela irá buscar imagens de referência no cérebro da rejeição e projeta, inconscientemente, em um novo relacionamento, vindo a agir psiquicamente e emocionalmente da mesma forma, sentindo-se novamente rejeitada. Esta referência de “se sentir rejeitada”, consequentemente, nutre um sentimento de mágoa, resultando em baixa autoestima e estado emocional depressivo.

Este método terapêutico visa tratar e eliminar estas imagens de referência. Carlos Florêncio entra nestes registros e vê como se fosse um filme os arquétipos representativos da situação na qual o paciente se encontra no momento. Estas imagens ou Hologramas guardados, são, então, eliminados através de meditação holográfica. Essa meditação consiste em criar novas imagens, em forma de exercícios, durante os quais o paciente irá repetí-la durante um período X de dias, até eliminar o registro de referência.

Tal método tem obtido inúmeros resultados positivos, ajudando a eliminar da psique as referências emocionais negativas. Este trabalho de visualização é também utilizado para atingir vários objetivos.

“A natureza humana dispõe de forças que a vã consciência muitas vezes não é capaz de perceber. ” Carlos Florêncio

O método do PHVida® dispõe da Terapia Holográfica® para potencializar a capacidade de se saber agir com consciência perante as experiências de vida. Igualmente é aplicada para o desenvolvimento de segurança e confiança pessoal para estabelecer um sentido novo e uma direção favorável na realização de novos objetivos.

Os segredos guardados no cérebro e na consciência humana revelam um universo a ser descoberto e desenvolvido pelo ser humano, e a Terapia Holográfica® utiliza do conhecimento sobre o funcionamento da mente como uma ferramenta terapêutica e aplica na própria mente para tratá-la, ou seja, utiliza a mente para curar a própria mente.

 
O Trauma, por Carlos Florêncio

– A partir de que idade ocorrem os traumas de infância?

Em primeiro lugar vamos entender o que é trauma emocional ou psíquico.

A área do inconsciente é para mim muito importante, principalmente quando nos referimos ao trauma, porque é nesse lado obscuro do ser onde eles ficam armazenados. Normalmente as pessoas não sabem e não percebem o quanto vulneráveis elas são e o quanto podem ser dominadas e agirem de acordo com o que assumiu e concordou no momento da experiência traumática.

Quando se fala sobre trauma, em primeiro lugar, é importante entender ser o trauma psíquico semelhante ao trauma físico, na relação do físico existe sempre uma lesão ou ferida produzida por algo violento contra o corpo, essa violência pode ser pequena quanto grande. Na minha acepção, quando um determinado movimento é brutalmente interrompido ou produzido bruscamente retirando a pessoa do seu estado, pode ocorrer o trauma. O corpo ao ter de parar o seu movimento ou sair do seu estado de inércia repentinamente, sem a pessoa estar preparada para isso, pode gerar um trauma.

 

Para testar esse meu conceito, resolvi analisar sobre movimento na ótica da física e encontrei na primeira e na segunda lei de newton o embasamento necessário. Um exemplo para ilustrar isso é quando alguém está conduzindo uma moto e de repente sofre uma colisão, nesse caso o corpo é arremessado para frente, por continuar no seu estado de movimento. Essa é uma lei da mecânica, na segunda lei quando algo está parado, por exemplo uma pessoa em pé no ônibus, quando esse arranca a pessoa é impulsionada para traz, tente a ficar parada no estado onde estava, não acompanha o movimento e pode até cair. Essa analogia serve de base para o que considero como formação do trauma emocional, na qual quando alguém espera um determinado resultado e não consegue ou se depara com uma realidade adversa do que imaginava, gera frustração e retração do movimento emocional repentinamente interrompido.

 

Um exemplo para isso é quando uma criança faz um desenho e chega contente para presentear a sua mãe, ela cria a expectativa de ser valorizada pelo feito, que seria o seu movimento progressivo emocional projetado nessa expectativa. Entretanto, caso ela seja ignorada, não receba o elogio ou a valorização desejada, essa ruptura brusca nesse movimento emocional causa trauma, bem como quando a criança está tranquila, estado de inércia, e de repente é retirada bruscamente desse estado ao ser julgada ou criticada por algo e caso senta-se desprotegida e despreparada frente a situação, pode resultar também em trauma.

São inúmeras as formas de traumas emocionais ou psíquicos capazes de desestabilizar uma pessoa do estado que se encontra. Portanto, quando mudança no estado emocional, psíquico e ou físico são repentinamente alterados, sem a pessoa estar preparada pode gerar um trauma. É frente a incapacidade de saber lidar e superar determinado acontecimento ou experiência, perante o qual se está vulnerável, pela ausência do conhecimento adequado e desprotegida, esse despreparo devido à falta de consciência e quando a carga do acontecimento foi maior do que o indivíduo pode suportar é o fator determinante para a gravidade do trauma.

 

A criança quando da ausência de algum protetor, indefesa, inocente e despreparada por não ter conhecimento fica vulnerável a qualquer aspecto violento e movimento brusco. Esse ser desprotegido e desprovido da capacitado de saber agir, pode carregar as marcas dos traumas por toda a sua existência. Essas sequelas, por conta desses aspectos emocionais, tornam o ser adulto inseguro.

 

Evoluímos do desconhecido para o conhecido da inconsciência, para a consciência e uma criança sente e ressente e quanto mais nova for menos desenvolvida estará na sua capacidade cognitiva para saber lidar com os acontecimentos e de perceber o seu entorno. É justamente é esse estado responsável por torná-la vulnerável ao meio.

 

A idade de maior impacto traumático é até os sete anos de idade, mas os traumas presos na área do inconsciente vão até os 18 anos de idade, porque é nessa idade que o cérebro está devidamente desenvolvido. Essa é a idade que podemos, a partir dela, sermos considerados responsáveis pelos nossos atos e pelas consequências, ou seja, a maioridade.

O trauma está diretamente ligado a capacidade de discernir, entender, processar, perceber e gerar a consciência necessária. Entretanto, registrado no inconsciente, pode perdurar por toda a vida, permitindo a criação de mecanismos de autossabotagem.

 

Uma das minhas especialidades é essa área do inconsciente e desenvolvi técnicas e disponibilizo ferramentas capazes de romper com os acordos assumidos no inconsciente, como sendo verdades proveniente desses traumas, os quais acabam por condicionar, limitar e interferir no movimento progressivo de evolução da consciência. A pessoa frente a essa situação, mas com o trauma não resolvido, desenvolve a tendência de solucionar de maneira compensatória, promove o que gostaria que tivessem proporcionado para ela, pode tentar provar o seu valor por meio dos seus resultados, faz as coisas sempre na expectativa de um reconhecimento, entre outros inúmeros fatores. Também pode ficar reativa, outro tipo de autossabotagem, perde o controle, entra na defensiva toda vez que algo toca na área emocional onde sofreu o trauma. Nesse caso a pessoa sente e recente como se retornasse para o momento do seu trauma, age como a criança e procura defende-la de maneira reativa na tentativa depara não sofrer novamente, mas infelizmente não resulta, porque o processo traumático não está propriamente resolvido. Frente a essa situação, utiliza das ferramentas que possui, fica racionalizando, justificando ou até se pondo como vítima.

 

Como fator com poder de aprisionar, o trauma impossibilita a pessoa de viver plenamente enquanto este estiver presente no seu interior, inibe a ação e a sua intensidade varia de pessoa para pessoa por estar de acordo com a capacidade de saber processar a situação ocorrida, tanto na criança como no adulto.

 

Muitas pessoas acabam por conseguir sanar e reverter esses processos traumático, mas sempre no meu trabalho fico atento aos mecanismo compensatórios, porque eles podem mascarar e camuflar uma resolução, como por exemplo a arrogância, a necessidade de autoafirmação, a autovalorização em demasia, não reconhecer os seus erros, o ficar indiferente, ser autoritário, dominador, centralizador, entre outros aspectos podem estar escondidos nessas posturas comportamentais um trauma mal resolvido, mas que aparentemente serve apenas para enganar a própria pessoa.

Podemos então perceber que muitas vezes os processos traumáticos acabam por acompanhar a pessoa pela sua vida toda. Essa espécie de ferida emocional está lá presente ou escondida e ao menor sinal de contato ela reaparece e toma conta da situação e domina a pessoa.

 

Algumas pessoas, muitas vezes, se adaptam ao seu trauma, o ser humano tem tendência a isso, mesmo que gere ofensa ou prejuízo a pessoa está lá agindo de acordo com o seu trauma, mas outras pessoas realmente conseguem resolvê-los. Eu defino como permanente se a pessoa toda vez que fala sobre o assunto, tema ou experiência, tende a gerar mal-estar. O mal-estar presente significa a energia emocional aprisionada ao acontecimento e que não foi processada. Agora, se a pessoa ao lembrar não se sente mais mal, estão teremos a cura. No meu trabalho eu realizo, por meio da Terapia Holográfica®, o desbloqueio e substituição das imagens de referência, assim consigo reverter a situação de maneira segura e imediata.

 

– É possível dividir e categorizar os traumas como leves, médios e graves? Quais exemplos ilustram isso?

Categorizar um trauma em mais ou menos leve ou pesado é muito relativo, depende da perspectiva de análise dos fatores e de como a pessoa irá reagir frente ao acontecimento. Têm pessoas capazes de ter um poder de resposta muito melhor do que outras. Considero a capacidade de sentir, analisar, não levar para o lado pessoal do gênero contra ou a favor, importantíssimo. Mas se uma pessoa sentiu e ressentiu e possui um trauma, não terá essa capacidade desenvolvida, por afetar diretamente no processo cognitivo de absorção das informações do meio.

Para a resolução do trauma é necessário que a pessoa deixe de se sentir ameaçada e fique sem medo de enfrentar ou passar pela situação novamente, isso só será possível quando a cura se processar no inconsciente. Por isso dediquei-me a criar técnicas e fornecer ferramentas para retirar a pessoa desse lado obscuro do seu ser.

O trauma geralmente faz a pessoa assumir um acordo por não saber lidar com a situação, cria uma verdade com o que foi vítima, assume a postura de culpada por não saber como resolver e se coloca em uma posição muitas de vezes de incapaz. Um exemplo é quando a criança sofre bulling, ela se vê ameaçada e impotente, ridicularizada se sente excluída e inferior, pode desenvolver uma necessidade de querer agradar a todos, de torna solicita, muito legal e boazinha para não criar o conflito. Todas essas posturas funcionam como personagens idealizados e não reais criados pela criança e também para o adulto para tentar resolver a situação. Entretanto, tende a agravar o processo e pode condicioná-la e limitá-la por toda a sua vida.

O não saber se posicionar no seu respeito, não ter autoridade e falta de presença de espírito são também comportamento resultantes de traumas mal resolvidos. Esse ser bonzinho para os outros é a autossabotagem para si mesmo, porque a pessoa sempre ficará com o conflito, ou seja, não tem conflito com os outros, mas permanece com o conflito com ela mesma.

Esse tipo de manifestação proveniente de um trauma preso no inconsciente, faz a pessoa não saber dizer não, mesmo na fase adulta. Não manifesta a sua vontade e até mesmo a sua verdade, o que contribui para o seu isolamento e para a sua solidão ao excluir a si mesma da relação. Preso no inconsciente, quando da experiência de ter se sentido vulnerável, por mais que tente estar com os outros, sempre se sentirá sozinha.

Tenho percebido e tratado muitas pessoas com os meus exercícios, consigo neutralizar e substituir às referências por meio da técnica da Terapia Holográfica®, a qual, pelo uso de imagens, consigo enganar o inconsciente, ou seja, eu uso a mente para curar a própria mente, gerando novas referência e liberando o peso do processo repetitivo.

Toda experiência repetitiva é um padrão proveniente de determinado conflito da pessoa com algo exterior a ela ou até mesmo consigo, uma verdade que não se harmoniza com outra. Esse conflito é a denúncia do trauma no inconsciente. Como exemplo, uma pessoa que faz de tudo para ser reconhecida, é um padrão, principalmente se vive isso constantemente, esse é um conflito, porque a pessoa não consegue fluir através dele. Tem a sua origem em alguma experiência onde se sentiu não valorizada por um determino resultado. No exemplo referido acima da criança que traz o desenho e espera ser reconhecida e valorizada pelo seu resultado, ilustra muito bem essa situação, ou seja, a criança achou que iria expandir e sofreu uma retração repentina. Portanto, o trauma de acordo com as minhas pesquisas está em todo o acontecimento transmissor da sensação de encolhimento e retração.

Quando alguém diz para uma criança que ela não faz nada direito, outro exemplo muito comum, ela se sente culpada pelo que produziu, pode passar a vida toda tentando mostrar o seu melhor e pode se transformar em uma pessoa de grandes feitos, mas sempre insatisfeita, porque no inconsciente está registrado que não faz nada direito, por mais direito que possa ser para ela nunca está bom ou contrariamente ela pode nunca conseguir finalizar as coisas para concordar com o que ficou preso no seu inconsciente, com aquela voz interior que nunca se cala “você não faz nada direito”. Com isso é originado o processo de autossabotagem nas suas realizações.

A culpa é um dos fatores mais preocupantes, porque pode tornar a pessoa competitiva, querer provar ser boa. Na sua origem pode estar um acontecimento simples, aparentemente leve, mas capaz de condicionar toda uma existência. Por mais que ela tente fazer as coisas certas sempre vai se sentir errada e culpada, porque não agradou em alguma experiência do passado e assumiu que será sempre culpada.

– O que origina um trauma de infância? Quais são os mais frequentes?

Já referi alguns casos que ilustram bem a formação de traumas, mas um especial que quero compartilhar foi de uma criança que quando apresentou o resultado das suas notas da escola para a sua mãe, a mesma disse: está bom, mas o seu primo tirou notas melhores. Essa simples experiência acabou fazendo com a pessoa crescesse sempre comparando aos seus resultados com os dos outros, competia com outros e principalmente com ela mesma, acabou desenvolvendo complexo de inferioridade, por se sentiu inferior ao primo. A mãe é claro que não fez com esse intuito, apenas comparou com o primo de maneira a fazer com que o seu filho quisesse ser melhor, procurasse aprender mais, acreditou ser essa comparação benéfica para a criança. Mas não foi, porque quando eu fiz uma terapia minha chamada de reconhecimento de processo ela conseguiu lembrar desse acontecimento e percebeu que todos os seus chefes eram iguais aos da sua mãe, sempre diziam: “É está bom, mas poderia ser melhor”.

Considero o trauma como o responsável por inúmeros resultados altamente prejudiciais para a pessoa por mais simples que possam parecer. Presos no lado obscuro do Ser, na área do inconsciente, contribuem para a formação de padrões, conflitos, reatividade, desestabilidade mental e emocional. Portanto, dominam a pessoa e a tornam seu refém. Quando se está consciente estamos na luz da certeza e percebemos o que antes estava desapercebido.

Como não possuímos a consciência e desprovidos do conhecimento antes de viver a experiência, essa fragilidade faz a pessoa ficar vulnerável e sujeita a gerar bloqueios na sua expansão.

Por meio da minha Inteligência Intuitiva, desenvolvi a capacidade de aceder ao inconsciente e revelo o que lá está preso nessa área obscura. É como entrar com uma luz em um quarto escuro e revelar o que de fato e real lá se encontra. Revelo aos espelhos, personagens criados a partir de formas pensamento e emoção provenientes de experiências do passado, as quais afetar e contribuir para processos obsessivos. A intenção é de romper por meio de exercício exclusivo criado durante a sessão, pertencente a terapia holográfica, com os mecanismos de autossabotagem. Toda a consulta é gravada para que o cliente faça o trabalho de reconhecimento para assim gerar a transformação necessária.

O trabalho terapêutico permite conectar e recuperar a essência da pessoa e a saber ter autocontrole, neutralizar as ações negativas e recuperar o domínio frente à vida.

Para mim é extremamente necessário tornar a pessoa consciente e dar ferramentas para ela saiba lidar com as situações da vida, assim contribuo para a sua liderança pessoal e impossibilito que aja dependência do processo terapêutico. Para mim curar alguém é ensinar a libertar-se do seu mal-estar, é dar poder para saber caminhar sozinha.

Vídeos meus sobre o tema:

https://www.youtube.com/watch?v=KRiqoI68t78

https://www.youtube.com/watch?v=kJAnMSkdhq0